Entrevista com Ricardo Carelli. O Diretor de filmes e surfista conta como o treinamento tem melhorado a sua qualidade de vida.

dezembro 1, 2010

Como é o seu dia dia, sua rotina de semana e final de semana?

Minha rotina geralmente é puxada. Não tenho muito horário para voltar pra casa. Geralmete volto tarde, depois das 9. Trabalho muito no final de semana, quando não trabalho vou pra praia com certeza.

Quais esportes você pratica ?

Surf é o meu esporte. Gosto de nadar também.

Como é o seu treino no Centro Articular e como ele se relaciona com o seu dia dia ?

Vou treinar sempre cedo, é o unico horário possível pra mim. Me ajuda muito a me sentir disposto e diminui muito minhas dores, principalmente nas costas.

Você tem alguma lesão recorrente em locais tipo, lombar, articulações, que tenha sido combatida pelo seu trabalho no Centro Articular?

Sim. Lombar, cervical e ombro. Diminuiram muito com os treinos na Articular. Sinto as articulações mais resisitentes, principalmente no surf.

Como está o seu nível de preparo físico, para a prática do surf?

Melhorou muito. Estou com 36 anos e me sentindo muito bem dentro da água. Mas isso quado estou treinando com frequência.

Ricardo, eu vi no teu Facebook um álbum de um set de filmagem, numa externa no litoral de São Paulo, e quando pensei na sua entrevista logo me veio o lance de acordar cedo pra filmar, da cadeira de diretor, etc…

Você passa por uma diária de filmagem ileso, tem dor nas costas, ou sente algun incômodo no corpo, tem o lance de acordar cedo pra filmar e pode acabar tendo uma noite curta de sono e um dia inteiro de filmagem, tem o lance do cansaço e das posturas durante o dia, a cadeira de diretor que nem sempre favorece uma boa postura, como é o impacto de uma diária de filmagem no seu corpo?

Depende muito da diária. Geralmente durmo pouco na noite anterior a uma filmagem. Mas durante o dia nem dá pra ficar cansado. Me movimento muito no set, não sou de ficar muito sentado dando ordem,não é meu estilo. Então nem sinto se a cadeira é boa ou ruim. Sento um pouco de vez em quando pra não cansar as pernas. E tento me alongar durante a diária, alem de ter sempre na mente os ensinamentos da articular. No fim do dia, geralmente fico acabado, mas os treinos estão fazendo uma diferença, sem dúvida.

Vi também no Face que você estava indo viajar para as Maldivas, que é um paraíso do surf e mergulho,, como você sentiu a influência do treino no desempenho desta trip?

Ja no avão senti a diferença de estar bem preparado. O fato de estar com o corpo mais em ordem me ajudou a não sentir dores durante o vôo de 15 horas pra Dubai. Nessas viagens geralmente minha lombar e a cervical doiam muito. Durante a viagem me senti bem como a muito não me sentia surfando. Só o cansaço normal de surfar dez dias seguidos, coisa que não faço com frequência. Mas minhas dores articulares diminuiram muito.

Quando você começou a sua relação com o Centro Articular, e fale dos benefícios desta relação.

Comecei a um ano e meio, e mudei muita coisa no meu dia a dia. Alem dos treinos fiz algumas sessões especiais com o Mestre Espanha que me ajudaram até a caminhar da maneira correta. Vi que minhas dores vinham de uma origem mais simples do que imaginava, o que foi muito bom. Além do ambiente na academia ser muito bom , os treinos mudam sempre e são feitos exatamente pra minha necessidade. Eu voltei a ter prazer em treinar e me sentir realmente bem.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Ricardo Carelli é Diretor de Cena da Dínamo Filmes e surfista.

Sentindo a Linha de Força

setembro 14, 2010

Eu que nunca fui “Esportista”,  e sempre pratiquei as atividades mais pela empologação, do que por dedicação, ter horário fixo pra surfar, dormir, trabalhar, viajar, me alimentar, etc…raramente aconteceu na minha vida.

Ter um horário fixo para praticar uma atividade, foi o primeiro estímulo que o Rodrigo me colocou como obrigação, no trabalho que ele poderia me oferecer e dirigir. Claro que adaptando ao meu estilo de vida, que foi o que me troxe até aqui, e não pode ser desprezado.

Horário marcado, fui na primeira session de Centro Articular, e o logo pude perceber  como eu pouco conheço a maioria dos meus músculos, e a condição que  eles devem ser posicionados e estimulados.  Principalmente a minha postura em pé, que é a base de cada um de nós, estava comprometendo já de saída, o meu equilíbrio.

Quando tive que fazer a postura e as respirações ,de uma posição chamada linha de força, pude conhecer  a base fundamental para o meu desenvolvimento .

Claro que nas primeiras sessões eu falava que seria impossível  eu, quarentão, conseguir me encaixar de forma correta nas posturas, movimentos e respirações, e ainda trazer o novo conhecimento para o meu dia dia.

Mas na primeira sessão de Tow que eu fiz depois de já ter feito três imersões de uma hora e meia no Centro Articular, eu pude perceber  a potência do conhecimento corporal.

Passei o dia focado na linha de força, tanto surfando quanto pilotando o jet, e o resultado foi impressionante. Não senti nenhum incômodo nas costas, e tive uma atuação muito mais firme ,muito mais sólida .

Agora, percebo que, gradativamente vou inserindo no meu dia dia, o aprendizado da sessões que tenho realizado no Centro Articular, estou longe de ser um Monge Budista, mas trazendo  gradativamente os estímulos de forma correta para as minhas atividades, a qualidade da minha movimentação  transcendeu as minhas espectativas, principalmente porquê eu já estava com uma lentidão absurda para ficar de pé na prancha no surf de remada…

Este slideshow necessita de JavaScript.

Continuo no próximo post, Aloha.

Flávio Boca Oliveira

Conhecimento trazendo Consciência

setembro 8, 2010

Flávio Boca Oliveira pilotando na volta para o pico.

A primeira vez que eu fiz um sessão de tow in, foi  no Hawaii, com o Romeu Bruno, na temporada de ondas, no inverno de 2000.

Saímos com o jet  na frente da casa do Rominho, entre Left Over’s e Jocko’s.

O Romeu me deu os toques básicos na areia, como levar o jet até a praia, tirar da carreta,cuidar para o cabo ficar sempre longe da turbina, sair com o jet da beira com ondas no quebra côco ,etc. …

O start de toda a operação deve ser sincronizada com vários  os vários elementos funcionando ao mesmo tempo.

Então a relação dos dois, surfistas/pilotos deve ser objetivada  em 100% de acerto, devendo ter as ações , e antes de tudo , visões sicronizadas dos dois com todos os elementos:  jet, ondas, sled, cabo, fundo, pranchas, outras embarcações e pessoas que possam estar na área de ação e segurança do jet.

Navegação no sled até o outside, furando as ondas, e a primeira saída esquiando é lógico, foram uma energia intensa já de saída.

Todo mundo que é puxado pelo jet no sled sabe do que eu estou falando. É uma puta pressão, você tem que segurar firme nas alças do sled e  confiar no piloto, que vai furar umas ondas com você deitado atrás, numa velocidade boa o suficiente pra chegar no outside.

É uma sequência de impactos que você sofre, que podem facilmente lesionar sua cabeça, pescoço, costas e lombar, pernas, dedos, joelhos ,se  a pessoa for desavisada, com um comportamento mais frágil e desatento.

Aprendi a esquiar com uns 10 anos  então ser rebocado não seria novidade, a novidade era a de surfar uma onda, já na velocidade e de pé ,em cima da prancha  com alças.

Pra sair esquiando não senti dificuldades, mas na hora de surfar foi muito estranho chegar a milhão numa onda pequena, aquele dia o mar não estava grande devia ter 1,5 liso .

Não consegui fazer nenhuma curva, mas também não caí. O Romeu me colocou em várias ondinhas e fui me soltando ,aprendendo e   facilitando o resgate, melhorando o drive na primeira manobra, curtindo o surf numa velocidade que eu não havia experimentado .

Depois  aquela operação de tirar o jet pela praia, lavar, adoçar, deixar tudo limpo e pronto pra próxima.

Tudo tranquilo, parecendo relativamente fácil, cabeça feita, e mais um dia de Hawaii que se fecha em grande estilo, com umas geladas, uma boa janta e cama.

Aquela acordadinha básica pr air no banheiro no meio da noite, acordo, levanto, e caio seco no chão.

Voltei pra cama me arrastando, e depois fui pro banheiro me arrastando.

Parecia que todas as minhas dobradiças estavam emperradas, enferrujadas, o meu corpo doía todo, e aquela travada na lombar.

Aquela dorzinha do “pinçástico” que pinça o siático. Quem já sentiu sabe.

Dia seguinte inútil, todo duro, as dores foram sumindo com os dias e tudo certo.

Depois no Brasil eu fui pro Cardoso com o Monster e o Capilé pra filmar e o mar estava enorme e perfeito.

Eu nunca tinha ido pro Farol  e o Cardoso tinha uns 4 metros  bombando com vento oeste que é terral .

Depois de filmar os caras eu fiz uma session com o Capilé,  ele me puxou e pegamos umas seis ou sete ondas da série, e essa sim foi uma sessão de surf animal.

Com uma prancha emprestada do Capilé que é goofy,  eu pude sentir a navegação no marzão, a esquiada e a lançada  nas marolas antes de começarem a quebrar. Dar um drive num marolão oceânico é para mim uma das partes mais gostosas do Tow Surf, e já deu pra sentir nessa segunda session , além de umas boas rasgadas e um snap que eu acertei, que segundo o Capilé que estava acompanhando do braço da onda , deu pr aver as três quilhas, de lado no ar, e a minha aterrisagem na transição da onda, e a sequência de manobras naquela onda quilométrica.

Dia show no Farol, almojanta no final de tarde num restaurante perto do farol,  dormi em garopaba nesta noite que foi gelada.

No dia seguinte acordei , doído, mas nada exagerado, segurei de noite e de manhã com o dorflex, tomei um café e entrei no carro para voltar para Floripa.

Depois de uns 10 minutos na BR, comecei a sentir uma dor na lombar , que foi crescendo absurdamente, e pedi pro Amassardo parar a picape dele, que minhas costas estavam travando, e eu precisava urgente, alongar, no acostamento mesmo.

Alonguei, tomei  Voltarem,  voltamos pra Floripa e depois para São Paulo.

Resultado, semana toda de lado em São Paulo, sem conseguir andar direito, e fui pra Ubatuba com a Paty e não surfei, só fiquei tomando remédio e tentando alongar.

São dez anos de tow in com uma frequência muito irregular, e durante uns 7 deles eu saí das diárias de tow  com dores na lombar, pelo simples fato de não saber alongar, muito menos respirar de uma forma que a musculatura abdominal pudesse desenvolver seu potencial.

Não vou nem falar da falta de preparo físico, que sempre andou perto do limite do inaceitável, para o surf em condições extremas.

Mas teve um alongamento que começou a aliviar a tensão e pressão que eu sentia, uma dor que mostrava o quanto o fêmur, bacia e coluna estavam desalinhados e desajustados, causando uma lesão recorrente no ponto que sempre recebeu a maior carga e no meu caso o menos cuidado do corpo.

Aprendi esse alongamento com um professor de yoga lá na piscina do Pacaembú. Conheci o cara, contei pra ele o lance da lombar ,ele  me ensinou esse alongamento, e sumiu, nunca mais vi o cara .

O alongamento salvou , mas não resolveu, e mesmo mantendo uma regularidade na natação, a lombar sempre aparecia incomodando, principalmente porquê estou acima do peso faz mais de 10 anos.

Tentei algumas vezes seguir algum treinamento em academias, mas nem a estrutura nem a proximidade foram  suficientes para que eu tivesse vontade de me dedicar.

Quando tomei coragem e fui fazer a avaliação no Centro Articular com o Rodrigo, e ele me recomendou uma série de estímulos que eu teria que dar na minha vida em diversos setores , e um deles que é o princípio da linha de força, me despertou uma consciência que eu nunca havia experimentado… continuo no próximo post.

Aloha

Flávio Boca Oliveira

Exercícios físicos podem tirar a fome

agosto 29, 2010

Ao contrário do que muitos pensam, o exercício físico pode ajudar na saciedade e consequentemente fazer com que as pessoas comam menos.
A gordura no organismo causa pequenas inflamações dificultando o reconhecimento dos sinais da leptina e da insulina.
Um estudo feito pelo médico José Barreto Campello Carvalheira, afirma que o exercício age como um anti-inflamatório promovendo a produção das proteínas interleucina 6 (IL6) e interleucina 10 (L10). Livres da inflamação, os neurônios voltam a compreender a mensagem dos hormônios da saciedade.

Centro Articular no Facebook

agosto 27, 2010

O Centro Articular deu o primeiro estímulo nas redes sociais ontem, dia 27 de agosto de 2010.
Nesta primeira fase estamos conectando e adicionando nossos amigos, e na sequência iremos abastecer o Blog e o Facebook. A gestão do conteúdo será administrada por Daniel Almeida, sócio-fundador do Centro Articular e pela Fuso Zero Filmes, produtora de comerciais e conteúdo.
A produção de conteúdo tem a intenção interativa de trazer os elementos que compõem o universo Articular. Juntos, vamos estimular e manter a frequência na direção das conquistas e manutenção dos resultados que almejamos.
Grande abraço,
Equipe Articular.

“Irmãos Sabatino” São os novos integrantes da equipe Articular

novembro 13, 2009

DSC01347
Artistas circense e ex-ginástas estes são os Irmão Sabatino…!!! Especialistas em acrobacias aéreas (trapézio de vôos, petit volant). Iniciaram seus trabalhos em prevenção de lesões com nossa equipe…. Sorte e sucesso aos “IRMÃOS SABATINO”.

Camila Nicolau treina forte para evitar leões

novembro 10, 2009

DSC00417DSC00416
O trabalho de estabilização da estrutura músculo esquelética realizado com a atleta Camila Nicolau que disputa provas de corrida de aventura, triatlon e canôa Havaiana, vem mostrando otimos resultados na prevenção do aparecimento das dores lombares.

Marcelo Trekinho em uma sessão de Treinamento Postural Profilático

novembro 9, 2009

DSC01458DSC01461
DSC01468
DSC01463
Ceeerto… valeu Treko, valeu Dieguinho. Estamos juntos, a presença de vocês é essencial para evolução de nosso trabalho.

Silvia Nabuco continua escrevendo sua história

novembro 9, 2009

mat2-1
jornal de tri1
Silvia Nabuco que já escreveu sua história nas páginas do esporte brasileiro com Ironman Triatlon

Botando respeito e levando o nome do Brasil

novembro 9, 2009

IMG_7926
IMG_8685
DSC_0188 (2)
Modificando o rumo do esporte radical feminino, Silvia continua levando o nome do Brasil e deixando muitos marmanjos no chinelo.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.